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terça-feira, 19 de maio de 2009

Neonazismo brasileiro

Foto daqui...

Depois da morte do casal de namorados em Curitiba por companheiros neonazistas, após festa organizada por uma das vítimas em homenagem ao aniversário de Adolf Hitler (ler aqui), um dos envolvidos no crime, o gaúcho Jairo Fischer, de 21 anos, foi identificado como o líder do grupo neonazista do Rio Grande do Sul denominado de Neuland.
As investigações começam a mostrar que uma rede de grupos neonazistas nos estados do Rio Grande do Sul, Paraná e São Paulo, envolvendo ainda um grupo no país vizinho da Argentina, estariam envolvidos em mais de 10 homicídios nos últimos sessenta dias.
Há que se dar atenção à evolução deste movimento e agir duramente sobre o mesmo, pois já fica claro que se está a sair de um já crime que é o da propagação de ideais racistas, para em cima destes ideais se executar assassinatos .
Ler reportagem no Jornal Globo, aqui.

sábado, 2 de maio de 2009

Skinheads em versão brasileira

Skinheads suspeitos de participarem do assassinato do líder do grupo no Paraná
Imagem da Gazeta do Povo

Na madrugada de 21 de Abril, um casal de namorados, universitários, foi morto a tiros na região metropolitana de Curitiba. Ele líder regional do Paraná, Brasil, de um movimento neo-nazista, havia organizado um encontro de skinheads em Curitiba, onde residia, para se festejar o aniversário de Adolf Hitler a 20 de Abril.
Apareceram logo em vários sites neo-nazistas pelo mundo mensagens de apoio e de idolatração aos novos “heróis” mortos e pedindo justiça, pois afinal tinham assassinado duas pessoas apenas por sua visão política, um assassinato por ódio.
A mídia curitibana dá espaço para se falar da personalidade pacata da universitária que foi morta e da provável intelectualidade e inteligência do rapaz morto...
O que se pode esperar é que a mídia mostre que não pode haver inteligência onde se defenda o racismo e o preconceito de qualquer natureza. É preciso alertar que o ser pacato pode até parecer sinônimo de ingenuidade, mas também de estratégia.
Sinto muito pelas famílias envolvidas, que muito possivelmente nem estivessem em sintonia com que os filhos estavam envolvidos.
Agora há que, como os amigos das vítimas pediram, esperar que aconteça justiça, e que começando pelo seu grupo, das vítimas e dos tais amigos, se identifique os criminosos; tanto dos que fazem sangrar ou induzem a tal, tanto dos que cometem crimes sociais como a discriminação racial, sexual e social. Afinal, como já se apontava, quem matou o casal foram próprios skinheads, da liderança nacional, preocupados com a nova liderança que se formava em Curitiba.

Para ler sobre este crime, acesse aqui e aqui.