Ex-tenistas brasileiros famosos reagiram fortemente contra uma colocação do Lula a um adolescente que questionava a não existência de tênis em um complexo desportivo no seu bairro. A revolta dos ex-tenistas tem sim razão de ser, mas não pode ficar limitada à colocação do Lula que qualificou o tênis como um esporte de burguês.
O adolescente, orientado ou não por terceiros, foi ao encontro do Lula quando este visitava um compelxo esportivo, em companhia do Governador do Rio, o senhor Sérgio Cabral. O adolescente filmou a sua conversa, mais discusão do que conversa, e registrou também os comentários entre o Lula e o Sérgio Cabral quando o primeiro, depois de ter indicado que o garoto adotasse a natação em vez do tênis de burguês, ouviu do adolescente que a população não tinha acesso à piscina.
O Lula, preocupado com o prejuízo politico com esta falta de acesso da população, orienta Cabral para que coloquem policiais ou bombeiros e deixem a população usfluir da piscina...tudo pelo prejuízo politico!!!
Mas pior do que as colocações do Lula, foi o comportamento do Cabral.
Vejam o video que roubei para aqui coloca-lo.
“Os homens mais respeitados não são sempre os mais respeitáveis.” Marquês de Maricá (1773-1848), político carioca.
domingo, 8 de agosto de 2010
sexta-feira, 6 de agosto de 2010
65 anos
Em 06 de Agosto de 1945 houve um dos maiores crimes de guerra que se tem conhecimento.
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quinta-feira, 5 de agosto de 2010
In memoriam
Estes, de quatro patas, não têm a opção se não entrar na arena...como por exemplo têm os que lá os pôem e nem sobre patas andam!
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domingo, 1 de agosto de 2010
Bastardo
No GP da Hungria deste domingo, diferente do GP anterior na Alemanha, “o bem venceu o mal”.
Depois de vermos na semana passada uma ordem anti-desportiva fazer com que um Massa sem brios cedesse a primeira colocação ao chorão Alonso, vimos hoje uma grande ultrapassem de Rubens Barrichello sobre o Schumacher, quando este último, de forma irresponsável, o espremeu ao muro na tentativa de interromper o seu objetivo.
Logo após a ultrapassagem, pelo rádio com a equipe, Rubinho qualificou o ex-campeão de algo como “bastardo”.
Não deveria ser assim, talvez, mas gostei de ouvir tal desabafo, ainda mais vindo do Rubinho...e claro por se direcionar a (des)qualificação ao Schumacher que deve ser o maior ídolo comportamental de Fernando Alonso.
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quarta-feira, 28 de julho de 2010
Gira discos
Fazem uns meses, havia comprado um Gradient Garrard para voltar a ouvir uns poucos LP's de vinil. Penso que perto de uns 70, não mais do que 80, de vários estilos. De Led Zeppelin a Louis Armstrong, de Caetano Veloso a Carlos do Carmo, e destaco uma coletânea muito especial do Zeca Afonso. Especial por ser do Zeca e por ter-me sido dada por um querido e saudoso amigo, o Quim Mancelos.
Pois não tive sorte com o tão desejado Garrard que com uma bela aparência, e teoricamente comprado de um vendedor de usados sério, não se deu a dar música para os meus ouvidos.
Primeiro tive uma tremenda dificuldade de comprar a agulha. Foi mesmo algo como procurar uma agulha no palheiro.
Na verdade quem a encontrou foi o meu irmão, a quem havia comentado a dificuldade que estava tendo e pedi-lhe que nas suas andanças, ao ver lojas direcionadas para equipamentos de som e discos, em especial as que trabalham com LP’s, fosse perguntando. O gajo é mesmo bom de palheiros e encontrou-me a peça rara. Apareceu-me, logo uns dois dias depois que havia-lhe feito o pedido, após o almoço lá no escritório e a me deu de presente. Já não consegui me concentrar durante a tarde toda. Já não me lembro bem que desculpa dei lá à turma, mas lembro-me bem que saí um pouco mais cedo que o normal.
Desde esse dia, que vivi uma grande alegria, vinha vivendo uma grande frustração...que cáca! Não deu música o Garrard e mesmo com todas as promessas do vendedor vir aqui a casa para o me arranjar, lá se passam uns bons mesitos.Tentei fazer de tudo por ele. Limpei os contatos o quanto basta, várias vezes, coloquei e recoloquei a agulha dezenas de vezes, olhava e olhava de novo todos os fios a ver se estava tudo ligado, media voltagem, rodava o prato com um LP, sempre na expectativa de um milagre. Som, só mesmo aquele que vem baixinho e metálico direto da agulha. Ainda que quase tivesse um orgasmo ao ouvir aquele ruído, nada de música para valer!...
Hoje, no meu horário de almoço, ao ir ao Mercado das Pulgas, pois haviam me dito que lá talvez arranja-se umas fitas para gravador de rolo – essa do gravador Teac vale uma outra história, mas essa só de alegrias – não obtive sucesso com o objetivo da visita.
Depois de ter aproveitado para explorar muita velharia boa, desde equipamentos de som antiqüíssimos, projetores de Super-8, de slides, mesas, cadeiras, aquecedores de água a gás do meu tempo de meninice, e tantas outras coisas boas de se ver e de sonhar em tê-las, ao despedir-me da senhora que me havia atendido e me deixado à vontade para fazer o tour pelo enorme galpão da Casa das Pulgas, apercebi-me que em uma prateleira descansava um “gira-discos” Kenwood P-58. Pareceu-me que havia também olhado para mim e cheguei mesmo a vê-lo a piscar-me um olho.
Fui lá olhá-lo com atenção. Um tanto empoeirado mas com boa aparência. E me chamou atenção que o cristal da agulha me parecia em muito bom estado. Será que teve pouco uso? Perguntei à senhora se o mesmo estava funcionando, e a resposta foi um tanto evasiva: “Penso que não”. Aquele penso que não, sem um tom definitivamente negativo deixou-me ainda mais enamorado. Perguntei agora quanto ele valia, e me informou que por R$ 70,00 podia o levar. Algo em torno de 40 dólares. Respondi-lhe que se me fizesse por R$ 50,00 (U$ 28,00) o levava. Ela aceitou a proposta... foi o bastante para o crime se consumar.
Paguei, meti-me no meu velho Fiat Spazio, ano 1984, e me mandei para o escritório. Tarde de reuniões...acabou passando rápido. Em um intervalo ainda fui visitá-lo à minha sala e liguei-o à tomada. Funcionou perfeitamente. Rodava o prato, e os comandos automáticos (!) a funcionarem perfeitamente...puts, agora esperar chegar a hora de me mandar para casa.
Cheguei em casa, fui dar a minha caminhada a pé com a minha mulher. Não tive coragem de inventar uma unha encravada para cancelarmos a caminhada de hoje...
No retorno, depois de fazermos o nosso lanche / jantar, fui montar o animal.
Perfeito!!! Som limpo, rotações perfeitas, tanto nas 33 como nas 45 rotações.
O primeiro LP a rodar foi Machine Head do Deep Purple, que se vê de relance na foto que acompanha este post, comprado em 1977, em Campina Grande, Paraíba, quando eu tinha os meus 16 anos, de idade. Quando comecei a escrever isto, com algumas pausas para apreciar mais atentamente a música, rodava um dos grandes de todos os tempos, Louis Amstrong, Hello Dolly, uma herança do meu Pai que foi um dos poucos que veio conosco de Moçambique em 1975. Ouvi isto muito na Beira, e depois em Vila Pery, entre os meus 8 anos de idade aos 14.
Agora, já quase vos dando boa noite, para que possam ir descansar, ouço o LP A Trick of the Tail, do Genessis.. Esse comprado no Rio de Janeiro em 1976, antes de ter-me mudado para o nordeste brasileiro. Tempos de Aterro do Flamengo, grandes tempos cariocas!!!
Mas agora aqui do sul do Brasil, Curitiba, vos dou boa noite. Descansem bem...eu vou ficar mais um pouco... vou colocar a vaquinha do Pink Floid a pastar (Atom heart mother).
Fiquem bem!
Ah! Para os curiosos, a fita que está no gravador da foto é a "Big Band Hits of the 30's and 40's.
quarta-feira, 5 de maio de 2010
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