Continuemos lendo um pouco da história de Moçambique através dos anúncios da "Voz de Moçambique". Estes, no ano de 1963...
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“Os homens mais respeitados não são sempre os mais respeitáveis.” Marquês de Maricá (1773-1848), político carioca.
sexta-feira, 18 de outubro de 2013
quarta-feira, 16 de outubro de 2013
História de Moçambique através de anúncios da década de 60 (1)
Aproveitando as edições da “Voz de Moçambique” de 1963 a
1965 que tenho em mãos, estarei reproduzindo por uma temporada, aqui na Lanterna Acesa, parte da
História de Moçambique através dos anúncios comerciais editados nas páginas
deste órgão de imprensa tão importante no jornalismo luso-moçambicano.
A economia da província era viva, ainda que na distribuição
de renda e direitos sociais fosse extremamente injusta.
Poderemos ver anúncios de empresas comerciais, industriais,
de automóveis, bebidas, cigarros, cooperativas agrícolas e outras, de instituições
financeiras, entre outras.
Tudo isto em uma coletânea de postagens que começa hoje com
14 primeiros anúncios.

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sábado, 24 de agosto de 2013
Leis trabalhistas X Médicos estrangeiros
“Parcerias como essa têm que seguir as leis
trabalhistas do país que faz a doação dos médicos, e seguir exatamente o código
civil, penal e ético do país que recebe os médicos.”
Ministro da saúde, Alexandre
Padilha
Como cidadão brasileiro apoio, desde
o seu anuncio, o projeto do governo de se buscar médicos estrangeiros para os colocar
onde os nossos, seja por convicção pessoal ou profissional, não queiram ir.
Isto porque conheço as dificuldades de regiões mais remotas, e umas nem tanto
mas que não têm shopping center, de ter estes e outros profissionais de saúde
para atender a sua população.
Que venham muitos, quantos forem
necessários, e médicos não se medem pela nacionalidade. Venham gregos e
troianos. Mas que todos, estando aqui, que se submetam às leis brasileiras, sem
diferenciações.
Não faz sentido falar-se que cidadãos
estrangeiros, em território brasileiro, haverão de se submeter parte aos
códigos das leis brasileiras e parte aos da legislação do seu próprio país de
origem. Falar-se que médicos de uma
nacionalidade especifica estarão submetidos aos códigos civil, penal e ético
brasileiro e que no que tange à legislação trabalhista se submeterão às leis do
seu país de origem é um contra senso. Ou será que as leis trabalhistas
brasileiras não são éticas, e/ou justas para que aceitemos que trabalhadores não
tenham a obrigação de seguir a legislação brasileira? Assim sendo que se faça
uma reforma da CLT para que seja mais justa e ética para todos nós, médicos ou
não, brasileiros e de outras nacionalidades, e que não se fique atendendo a caprichos
e regras de outros países ou alimentando a politica de geração de mão de obra
qualificada de exportação para ganhos dos cofres dos governos com as suas
lógicas que para alguns só via ditaduras as conseguem implementar.
Até então vinha entendendo que estávamos
contratando médicos estrangeiros, e não empresas ou cooperativas de mão de
obras prestadoras de serviços ou muito menos a contratar governos de estados
estrangeiros. É que no caso dos médicos estrangeiros parece que o Brasil estará
remunerando o governo cubano, e este repassará aos seus funcionários entre 25%
e 40% dos R$ 10.000,00 de rendimentos mensais dentro dos seus próprios critérios.
A CLT - Consolidação das Leis do Trabalho tem
nos seus códigos, vários artigos que podem impedir o modelo da
contratação que vem sendo adotado para a busca dos tão necessários médicos estrangeiros.
E para que os cidadãos brasileiros possam avaliar esta questão há a
obrigatoriedade do governo brasileiro, de forma totalmente transparente, colocar
na mesa as regras do jogo.
Quem estamos contratando? Pessoas
físicas ou cooperativas estatais de mão de obra?
Como será a remuneração,
incluindo a tributação sobre esta, dos médicos que já vão chegando?
A remuneração, como exige a CLT,
para funções e competências similares serão também similares?
Estaremos pagando os salários aos
médicos ou aos governos espanhol, português, cubano, argentino e outros para
que depois estes repassem o que acharem, dentro das regras deles, aos seus
funcionários públicos?
No caso dos cubanos, a ser
verdade o que se vem noticiando, o nosso governo estará pagando por profissional
R$ 10.000,00 e o governo deles estará repassando a estes entre 25% a 40% deste
valor. Quem pagará os impostos, como INSS e o Imposto de Renda? Os médicos ou
os seus governos? Quanto sobrará líquido no bolso desses médicos? Quais os
critérios que o governo cubano usará para definir os salários dos seus
funcionários públicos executando tarefas em território estrangeiro? As nossas
leis absorvem bem essas regras ou vamos fechar os olhos?
Falando sobre regras, elas não são exatamente
as mesmas quando contratamos pessoas físicas ou contratamos pessoas jurídicas,
como empresas e/ou cooperativas de mão de obra temporária ou empresas de mão de
obra terceirizada.
Uma coisa é certa. Quando há mais
perguntas do que respostas já fica evidente que há falta de clareza, para não
dizer falta de transparência, do processo que vem sendo questionado. E para isto
é absolutamente necessário que o Governo Federal corrija urgentemente para que
não corramos o risco de haver arrependimentos e ainda ouvir de outras bestas
que não devem atender pacientes que venham a ter problemas com possíveis atendimentos
deficientes por parte de médicos estrangeiros. Haverá sempre gente querendo
misturar questões para criarem argumentos que defendam os seus interesses
pessoais ou de grupos restritos, e não se pode desprezar essa gente. É também
obrigação do Governo Federal isolar estas possibilidades usando da tal transparência
que qualquer estado de direito democrático exige.
sábado, 11 de maio de 2013
quinta-feira, 18 de abril de 2013
Tchau Marcos Feliciano...
Em protesto pela permanência do pastor Marcos Feleciano na presidência, deputados começam a se retirar da Comissão de Direitos Humanos e Minorias (CDHM) da Câmara.
O bom senso destes é completado por levantarem a possibilidade de criarem uma Frente Parlamentar em Defesa dos Direitos Humanos que faria um trabalho paralelo à comissão desqualificada pela presidência de Feleciano.
Os deputados que tomaram essa iniciativa são:
Chico Alencar ( PSOL - RJ)
Jean Wyllys ( PSOL - RJ)
Luiza Erundina (PSB - SP)
Padre Tom ( PT - RO)
Erika Kokay ( PT - DF)
Domingos Dutra ( PT - MA)
Nilmário Miranda ( PT - MG)
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terça-feira, 11 de dezembro de 2012
12/12/12
Dizem que esta data, 12 do 12 do 12, é especial. Eu
concordo. Concordo que seja para mim tão especial quanto a de 12 do 12 de 60,
há 52 anos atrás. Como especial foram todos os outros 12 do 12 nestas 5 décadas
e mais dois anos. Umas vezes porque vivi, outras porque sobrevivi.
Este 12 do 12 do 12 é sem dúvida uma data para festejar a
vida. Porque me faz , mais uma vez, reconhecer o quanto amo a minha família, o
quanto amo a minha mulher que está junto comigo fazem mais de 3 décadas, o
quanto tenho a amizade dos meus filhos, o quanto agradeço à vida poder ter
voltado a pisar terras moçambicanas.
Foi um ano que teve reencontros além-oceanos, reencontros com
velhos amigos curitibanos, onde fizemos novos amigos que quando nas sextas
feiras não os encontramos é sinônimo de ausência.
Mas que 12 do 12 do 12 me soa bem, lá isso é verdade!
Felicidades para todos nós!
domingo, 25 de novembro de 2012
Fernando Alonso, Super Man ?
![]() |
| Foto do blogue Auto Circuito |
Acabou hoje o Campeonato Mundial de F1, onde o piloto alemão
Vetel garantiu, com o seu sexto lugar no GP do Brasil, o título mundial de
2012.
Foi realmente um dos melhores campeonatos que acompanhei
desde os anos 70. Já havíamos passado mais da metade do ano e ainda tínhamos quatro
possíveis campeões e na última corrida o alemão e o espanhol Alonso disputaram
o título já na típica corrida maluca que historicamente o GP de São Paulo se
mostra com as constantes mudanças entre pista seca e molhada.
No fim o título de pilotos ficou nas mãos certas. O Vetel e a Red Bull, que já havia garantido o título
de marcas, fizeram a melhor equipe em 2012 com a participação do Weber. O Fernando Alonso, que tem uma grande capacidade de auto
marketing não teve nos números de um
campeão. Para justificar isso colocou sempre a culpa no carro.
Na primeira metade do campeonato os pontos conquistados eram
vendidos como suados, por pura capacidade de tirar do carro o que ele não teria
para dar. A performance pífia do Massa nesta
fase ajudavam a estratégia de se vender a imagem do espanhol como de um quase
super homem. Alonso na primeira metade do campeonato conquistou 164 pontos do
total dos 278 que conquistou ao final. Na segunda metade, com ajuda clara do
Massa nas três corridas da Coreia do Sul, Estados Unidos e a de
hoje no Brasil, o companheiro do brasileiro conquistou 114 pontos. Já Massa
conquistou nesta segunda metade do campeonato, cedendo posições para o Alonso,
97 pontos.
Se levarmos em conta a simples inversões de posições entre o
espanhol e o brasileiro nestes três GP’s que apontei acima, o Massa teria
conquistado 106 pontos contra 105 pontos do Fernando Alonso. Poderíamos dizer
que na briga interna da Ferrari o Alonso conquistou a primeira metade do
campeonato e o Massa conquistou a segunda metade.
É claro que o campeonato é do primeiro ao último GP, e o
agora tricampeão Vetel mostrou isso, mas estes números mostram que o Alonso não
é esse super homem que o seu marketing pessoal e parte da mídia mundial quer
fazer ver.
Que venha 2013 !
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