todos ainda iguais aos mortos recentes
mas cobertos das cicatrizes
colhidas nas seivas dos ramos molhados de sangue
na alta lua esgarçada das vigílias
no último eco mortífero e vibrante (...)
Do "poema dos jovens conscientes", escrito em Pemba, Moçambique, no ano de 1970.

Fonte: Fundação Colouste Gulbenkian
Através das lembranças e sua poesia, Glória de Sant'Anna, se manterá sempre viva em nossos corações.
ResponderExcluirTó Maria
Pessoas especiais nunca morrem...
ResponderExcluirObrigado querida professora !
Tareca
Para a Ni e Né um beijo carinhoso de pesar.
ResponderExcluirOutro beijo para vcs os 4 aí em casa. Ana
Meus Queridos um abraço longo.
ResponderExcluirNé
Um beijo, minha Né!
ResponderExcluirZP